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LeYa PRIMEIRO

Maio/Junho

2018
  • Crônicas de espada e feitiçaria
  • Uma outra voz
  • O coro dos defuntos
  • Os Dinotrux vão à praia
  • A vingança dos Dinotrux
  • Dinotrux
  • Subcidadania brasileira
  • Uma certa história de amor
  • Os loucos da rua Mazur
  • Mulheres do Brasil – A história não contada
  • Socorro! Meu filho come mal: Receitas para pais e filhos
  • Pós-F.: Para além do masculino e do feminino
  • A bruxa não vai para a fogueira neste livro
Crônicas de espada e feitiçaria
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0723-2
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 512
Ano de lançamento: 2018
Gênero: Fantasia

Crônicas de espada e feitiçaria

Crônicas de espada e feitiçaria

Uma antologia com o melhor do gênero conhecido como “espada e feitiçaria”, incluindo uma novela inédita de George R.R. Martin passada no universo de “As Crônicas de Gelo e Fogo”.

O gênero de fantasia produziu muitos dos heróis que consideramos inesquecíveis. Personagens clássicos que fizeram do gênero de “espada e feitiçaria” uma sensação, uma pedra fundamental na ficção fantástica – engendrando seus próprios contos de magia e coragem em aventuras imperdíveis.

Gardner Dozois preparou uma seleção e tanto em Crônicas de espada e feitiçaria. Nas mãos de Robin Hobb, Walter Jon Williams, Lavie Tidhar, Garth Nix e George R.R. Martin, vamos rever os personagens FitzCavalaria, da “Saga do Assassino”; o aventureiro Quillifer; o “pistoleiro viciado” Gorel de Goliris; Sir Hereward e Mister Fitz; e, em Westeros, muito antes dos eventos passados em A guerra dos tronos, conheceremos a história de uma rivalidade entre irmãos da Casa Targaryen que teve feitos trágicos e desastrosos.

Esses e outros contos que compõem o volume prestam uma homenagem ao gênero tido como precursor da fantasia épica. Um mergulho profundo e divertido em histórias que, a cada dia, conquistam mais e mais leitores por todo o mundo.

Sobre o autor
Gardner Dozois (1974-2018) é um grande autor de ficção científica. Foi agraciado diversas vezes com os prêmios Hugo, Locus e Nebula, e tem seu nome no Science Fiction Hall of Fame, graças às antologias e revistas que editou sobre o tema, sobretudo a Asimov’s Science Fiction, na qual foi editor por vinte anos. Publicou vários livros em parceria com George R.R. Martin, entre eles Caçador em fuga e Mulheres perigosas, ambos publicados pela LeYa.

Uma outra voz
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0561-0
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 336
Ano de lançamento: 2018
Gênero: romance, literatura, literatura portuguesa, ficção, ficção histórica
Palavras-chave: história, Portugal, literatura, Prêmio LeYa

Uma outra voz

Uma outra voz

Uma outra voz, romance de Gabriela Ruivo Trindade, vencedor do Prêmio LeYa 2013, cruza várias histórias  e pontos de vista que se intercalam e complementam, partindo da inauguração da Fábrica de Moagem e Eletricidade de Estremoz, em 1916, responsável por ter levado a energia elétrica para a região. A partir daí, acompanhamos o desenvolvimento do lugar e de seus personagens, e o modo como suas histórias se entrelaçam com a história e com as transformações profundas de um país.

João José Mariano Serrão foi um republicano convicto de que sua contribuição foi fundamental para o crescimento e desenvolvimento de Estremoz. Isso aconteceu por volta da década de 1920, quando a vila cresceu tanto que deixou de ser vila e virou cidade. É em torno desse homem determinado, mas também secreto e contido, que giram as cinco vozes que nos guiam ao longo destas páginas, numa viagem a um só tempo pessoal e coletiva, porque não raro as histórias dos narradores se cruzam com momentos-chave da história portuguesa.

Baseado em acontecimentos reais, Uma outra voz é uma ficção que nos oferece uma multiplicidade de olhares sobre a mesma paisagem, tecendo e costurando a história de uma família ao longo de um século por meio das revelações de cada um dos seus membros, numa interessante teia de complementaridade.

Sobre a autora
Gabriela Ruivo Trindade nasceu em Lisboa em 1970. Formada em psicologia, vive, desde 2004, em Londres, aliando seu trabalho à escrita, paixão que a acompanha desde criança. Trabalhou como psicóloga e formadora pro­fissional até 1999. É mãe de dois filhos. Em 2013, venceu o Prêmio LeYa com o seu primeiro romance, Uma outra voz. Em março de 2016, publicou, pela Dom Quixote, o seu primeiro livro infantil, A vaca leitora. Participou da I Antologia de Poetas da Diáspora, publicada em outubro de 2016 pela Oxalá Editora, e irá participar da segunda, a ser publicada em 2018. Com o conto “Cab Driver”, integrou a coletânea de Contos da emigração: Homens que sofrem de sonhos, publicada pela Oxalá no começo de 2018. É diretora da livraria on-line Miúda Children’s Books (www.miudabooks.co.uk), sediada no Reino Unido e especializada em literatura infantojuvenil escrita em português. Uma outra voz, que começou a ser escrito em 2008 e se baseia numa figura da sua família, foi publicado em Portugal, e também distinguido com o Prêmio PEN Clube Português para Primeira Obra (ex-aequo) em 2015.

O coro dos defuntos
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0559-7
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 208
Ano de lançamento: 2018
Gênero: romance, literatura, literatura portuguesa, ficção, ficção histórica
Palavras-chave: Portugal, Prêmio LeYa

O coro dos defuntos

O coro dos defuntos

Com personagens inesquecíveis e um texto extremamente original, O coro dos defuntosromance de António Tavares, vencedor do Prêmio LeYa 2015 e aplaudido pelo público e pela crítica, é um retrato ímpar da última geração que vive esse momento histórico, do ano de 1968 ao 25 de Abril de 1974.

São tempos de grandes avanços e convulsões, mas, numa pequena aldeia portuguesa, os habitantes preocupam-se, sobretudo, com a falta de chuva, a praga e as colheitas, como a das uvas. E é nessa pequena aldeia que coisas muito estranhas começarão a acontecer: uma velha prostituta é estrangulada, o suposto assassino some dentro de um grande rochedo, uma mocinha casta que coleciona santinhos sofre uma inesperada metamorfose e a parteira, que também é bruxa, sonha com o ditador (Salazar) que cai da cadeira, e ela vê crescer-lhe, como espécie de hematoma, um enorme cravo vermelho dentro da cabeça. E eis que a primeira televisão chega e “as gentes” da aldeia começam a assistir às transformações por que passam o mundo.

Sobre o autor
António Tavares nasceu em Angola, em 1960, formou-se em direito pela Universidade de Coimbra e é pós-graduado em direito da comunicação pela mesma universidade. Escreveu peças de teatro, foi jornalista, fundador e diretor do jornal regionalA Linha do Oestee da revista de estudos Litorais. Como romancista, obteve uma menção honrosa no Prêmio Alves Redol, atribuída, em 2013, pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira ao título Todos os dias morrem deuses, publicado em 2017, pela editora Dom Quixote. Foi finalista do Prêmio Leya 2013 com a obra As palavras que me deverão guiar um dia, livro publicado em 2014 pela Teorema, premiado no Festival do Primeiro Romance de Chambéry, na França, em 2015, e também finalista do Prêmio Literário Fernando Namora. Com o romance O coro dos defuntos venceu, por unanimidade, o Prêmio LeYa 2015.

Os Dinotrux vão à praia
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0727-0
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 32
Ano de lançamento: 2018
Gênero: Infantil

Os Dinotrux vão à praia

Os Dinotrux vão à praia

Os Dinotrux, criaturas que são meio dinossauro, meio caminhão e inspiraram a série do Netflix, invadiram a praia para se divertir!

Há milhões de anos, os Dinotrux dominam a Terra. Mas a vida é difícil numa floresta abafada cheia de insetos irritantes e de plantas que causam coceira. As terríveis criaturas estão ficando mal-humoradas…

É hora de relaxar e curtir um dia na praia. Imagine o que os Dinotrux não vão aprontar por lá, com toda aquela água e areia. Tiranossauro Trux se exibe na sua prancha de surfe, Rolodonte não consegue deixar nada em pé; Anquilocaçamba moveu todas as pedras de lugar e Escavossauro se meteu numa bela encrenca com tubarões.

Eles querem construir um castelo de areia incrível, mas será que conseguem trabalhar em equipe para isso? Mergulhe nesta aventura de verão e descubra!

Sobre o autor
Quando estava na escola, Chris Gall foi pego desenhando na carteira. Ganhou o prêmio de Jovem Escritor da Read Magazine quando estava no sétimo ano, o que o inspirou a escrever narrativas para suas ilustrações. Na faculdade, decidiu se tornar ilustrador profissional. Seus trabalhos já estiveram em quase todas as publicações dos Estados Unidos, incluindo a TimeNewsweekPeopleFortuneThe New York Times e Washington Post. Ganhou mais de 50 prêmios, como o da Communication Arts Magazine e o da Society of Illustrators. Além disso, é professor adjunto de arte na Universidade do Arizona.

A vingança dos Dinotrux
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0181-0
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 32
Ano de lançamento: 2018
Gênero: Infantil

A vingança dos Dinotrux

A vingança dos Dinotrux

Os Dinotrux, criaturas que são meio dinossauro, meio caminhão e inspiraram a série do Netflix, estão de volta e procuram novas aventuras!

Há milhões de anos, os Dinotrux dominavam a Terra. Mas, nos dias atuais, são as pessoas que os dominam! Seus fósseis enferrujados ficaram décadas parados num museu rodeados por crianças histéricas, e agora eles estão prontos para levantar a poeira e dar o troco.

Afinal, só porque eles têm milhões de anos de idade, não significa que aprenderam a se comportar… Ainda mais quando se tem uma cidade inteira servindo de parque de diversões para eles aprontarem bastante! Será que vão aprender a conviver com as pessoas e a respeitar a natureza?

Sobre o autor
Quando estava na escola, Chris Gall foi pego desenhando na carteira. Ganhou o prêmio de Jovem Escritor da Read Magazine quando estava no sétimo ano, o que o inspirou a escrever narrativas para suas ilustrações. Na faculdade, decidiu se tornar ilustrador profissional. Seus trabalhos já estiveram em quase todas as publicações dos Estados Unidos, incluindo a TimeNewsweekPeopleFortuneThe New York Times e Washington Post. Ganhou mais de 50 prêmios, como o da Communication Arts Magazine e o da Society of Illustrators. Além disso, é professor adjunto de arte na Universidade do Arizona.

Dinotrux
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0180-3
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 32
Ano de lançamento: 2018
Gênero: Infantil

Dinotrux

Dinotrux

Os Dinotrux, criaturas que são meio dinossauro, meio caminhão e inspiraram a série do Netflix, agora em livros muito divertidos.

Eles adoram uma aventura! Mas milhões de anos atrás, quando dominavam a Terra, os Dinotrux aprontavam muito com a natureza e não sabiam trabalhar em equipe.  Guindastossauro era um atrevido; Lixodonte só queria comer; Anquilocaçamba era um porcalhão; e Tiranossauro Trux adorava provocar uma briga.

Até o dia em que correram risco de extinção…

Nessas férias, viaje num safari pelo mundo selvagem pré-histórico dessas criaturas e descubra o que aconteceu com os Dinotrux!

Sobre o autor

Quando estava na escola, Chris Gall foi pego desenhando na carteira. Ganhou o prêmio de Jovem Escritor da Read Magazine quando estava no sétimo ano, o que o inspirou a escrever narrativas para suas ilustrações. Na faculdade, decidiu se tornar ilustrador profissional. Seus trabalhos já estiveram em quase todas as publicações dos Estados Unidos, incluindo a TimeNewsweekPeopleFortuneThe New York Times e Washington Post. Ganhou mais de 50 prêmios, como o da Communication Arts Magazine e o da Society of Illustrators. Além disso, é professor adjunto de arte na Universidade do Arizona.

Subcidadania brasileira
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0728-5
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 288
Ano de lançamento: 2018
Gênero: não ficção / ciências sociais / história / história do Brasil
Palavras-chave: Jessé Souza; história do Brasil; corrupção; racismo; desigualdade; elites; sociedade; sociologia

Subcidadania brasileira

Subcidadania brasileira

Após o sucesso de A tolice da inteligência brasileira A elite do atraso, a LeYa publica Subcidadania brasileira, de Jessé Souza. O livro consolida o pensamento do autor – um dos mais profícuos e originais pensadores brasileiros – e o coloca definitivamente no rol dos grandes intelectuais que se dedicaram a buscar caminhos para a superação das grandes questões nacionais.

Crítico severo da corrente que busca na herança colonial portuguesa e no patrimonialismo – pais do famoso “jeitinho” – as chaves para desvendar todos os males da sociedade brasileira, Jessé ousa ao afirmar que a soma incalculável de privilégios acumulados pelas elites, aliada a um racismo estrutural, são os verdadeiros responsáveis por nossas desigualdades. Esse racismo, considerado por ele implícito e permanente, cria cidadãos de segunda classe. Partindo de referências do porte dos sociólogos Pierre Bourdieu e Charles Taylor, Subcidadania brasileirabusca explicar este conceito, quais são os pilares que o sustentam e como ele é utilizado politicamente para perpetuar o abismo social em que vivemos há séculos.

Ao questionar o que chama de “sociologia do vira-lata”, que localiza o povo brasileiro num lugar de passividade e baixa autoestima, praticamente um país de conformados com sua exploração e inferioridade, o autor contrapõe teorias formuladas por grandes nomes da historiografia e sociologia brasileiras, tais como Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre e Florestan Fernandes. Problematiza também o pouco peso dado à escravidão por estes estudiosos e desloca a corrupção, vista pelo senso comum como a mais grave das mazelas, do centro do debate.

Subcidadania brasileira chega aos leitores num momento crucial da vida nacional, às vésperas do processo eleitoral pós-impeachment de Dilma Rousseff, e coloca Jessé Souza definitivamente no rol dos grandes intelectuais que se dedicaram a pensar o país e refletir a fundo sobre o Brasil.

Pela originalidade e força de suas ideias, é um livro que os leitores podem discordar, mas não podem deixar de ler – para pensar e debater o Brasil de ontem e de hoje.

Sobre o autor
Jessé Souza fez graduação em direito e mestrado em sociologia na UnB, e doutorado em sociologia na Universidade de Heidelberg, na Alemanha. É autor principal de 27 livros e de mais de 100 artigos e capítulos de livros em vários idiomas. Publicou A tolice da inteligência brasileira e A radiografia do golpe pela LeYa em 2015 e 2016. Coordenou ainda diversas pesquisas empíricas de amplitude nacional sobre as classes sociais e a desigualdade no Brasil. Foi presidente do Ipea entre 2015 e 2016. Atualmente é professor titular de sociologia da UFABC. A elite do atraso é seu livro mais recente, também publicado pela LeYa.

Uma certa história de amor
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0719-5
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 144
Ano de lançamento: 2018
Gênero: romance
Palavras-chave: literatura feminina; literatura italiana; Segunda Guerra Mundial

Uma certa história de amor

Uma certa história de amor

Uma certa história de amor, romance da escritora italiana Milena Agus, é de leitura tão suave que, num piscar de olhos, se chega ao fim. No entanto, este livro, como todas as boas histórias de amor, é cheio de segredos. Sua narrativa precisa, que não desperdiça palavras, e também apaixonada, mantém o leitor atento, curioso, ávido por apenas mais um encontro, e vai se revelando aos poucos, surpreendendo em cada detalhe.

Desde o início da década de 1940 até os primeiros anos deste século XXI, acompanhamos a vida de personagens que combinam a sensibilidade do sonho e a crueza e espontaneidade do corpo. O mundo muda vertiginosamente, mas eles permanecem fiéis ao desejo de conhecer o amor verdadeiro, “a coisa mais importante que existe”.

Na Itália das ilhas e do Continente, das aldeias e das cidades à beira-mar, das cores vivas e dos cheiros característicos, a história de amor que uniu a moça de cabelos negros, meio louca e imoral, o viúvo refugiado solitário e o veterano de guerra cheio de dúvidas reúne personagens tão intensos e inesquecíveis quanto os de Elena Ferrante – e vai arrebatar o leitor brasileiro como já fez com milhares de pessoas em todo o mundo.

Sobre a autora
Milena Agus nasceu em Gênova, na Itália, mas escolheu viver em Cagliari, na Sardenha, onde é professora de história e de italiano. Este seu primeiro romance foi publicado em mais de 15 países e adaptado para o cinema. Milena pertence à nova geração da literatura italiana contemporânea, mesmo que, segundo a própria autora, ela já não seja mais tão jovem para ser considerada da nova geração de coisa alguma. Escrever para ela é uma necessidade que a acompanha desde criança, uma maneira de não se sentir tão inadaptada à vida.

Os loucos da rua Mazur
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0699-0
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 320
Ano de lançamento: 2018
Gênero: romance, literatura, literatura portuguesa, ficção, ficção histórica
Palavras-chave: história, Polônia, Segunda Guerra Mundial, Holocausto, Prêmio LeYa

Os loucos da rua Mazur

Os loucos da rua Mazur

Os loucos da rua Mazur, novo romance de João Pinto Coelho, aplaudido pelo público e pela crítica, e vencedor do Prêmio LeYa de 2017, regressa à Polônia da Segunda Guerra Mundial para nos apresentar uma galeria de personagens inesquecíveis. Somos levados a conhecer e acompanhar a vida de uma pequena cidade polonesa antes, durante e depois da guerra e o contexto de um terrível massacre.

Paris, 2001. Yankel, um livreiro cego, que pede às amantes que leiam na cama para ele, recebe a visita de Eryk, seu grande amigo de infância – eles não se viam desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã. Eryk é hoje um escritor famoso, mas está doente e não quer morrer sem escrever o livro que irá redimi-lo. Para tal empreitada, Eryk precisa da memória de seu amigo judeu, que sempre viu muito para além de sua cegueira.

Ao longo de vários meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne – a editora que não diz tudo o que sabe –, se esclarecerá a história de uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.

Nas páginas de Os loucos da rua Mazur fica claro que o Mal está onde menos se espera e que a escrita de um romance pode se tornar um verdadeiro ajuste de contas com o passado. Um livro que toca mais uma vez, com a competência de quem tão vem conhece a história, no drama do Holocausto, deixando claro o quanto a humanidade é por vezes incapaz e cega, ao não perceber a proximidade da barbárie e do Mal.

Sobre o autor
João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967. Licenciou-se em arquitetura em 1992 e viveu a maior parte da vida em Lisboa. Passou diversas temporadas nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar num teatro profissional perto de Nova York. Em 2009 e 2011 integrou duas ações do Conselho da Europa que tiveram lugar em Auschwitz (Oswiécim), na Polônia, trabalhando de perto com diversos pesquisadores sobre o Holocausto. Perguntem a Sarah Gross é o seu primeiro romance, que foi finalista do Prêmio LeYa 2014.

Mulheres do Brasil – A história não contada
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0705-8
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 320
Ano de lançamento: 2018
Gênero: história, história do Brasil, não ficção, ensaios
Palavras-chave: história, história do Brasil, mulheres, Brasil, femininos, personagens históricos

Mulheres do Brasil – A história não contada

Mulheres do Brasil – A história não contada

Mulheres do Brasil – A história não contada resgata a história de mais de 200 mulheres das mais variadas épocas que tiveram suas biografias alteradas, deturpadas ou que simplesmente sequer apareceram nos registros convencionais. Depois de desmistificar as figuras dos imperadores d. Pedro I e d. Leopoldina, o escritor e pesquisador Paulo Rezzutti se dedica a mulheres conhecidas ou ignoradas pela história do Brasil: das guerreiras às vilãs, das mulheres do poder a artistas. Também ilumina trajetórias pouco conhecidas de indígenas e negras escravizadase avança até os dias atuais

O livro chega num momento em que a discussão sobre o papel da mulher na sociedade e o interesse por grandes figuras femininas se intensifica, surpreendendo o leitor ao reapresentar acontecimentos da história do Brasil com essas personagens finalmente reinseridas nos papeis de destaque que lhes foram negados pela narrativa oficial.

“O que me animou a abraçar este projeto foi o fato de já ter me debruçado antes sobre a trajetória de mulheres brasileiras em relação às quais os mitos e estereótipos eram, e ainda são, repetidos mais que suas histórias completas e tridimensionais. Escrever a biografia de d. Pedro I foi um passeio em arquivos públicos e particulares, desbastando e selecionando o material, respeitando o recorte estipulado da biografia, do que eu queria elucidar sobre ele. Já ao escrever sobre as mulheres, a documentação, muitas vezes exígua, precisou ser espremida para que se pudesse entrever a pessoa de carne e osso que existiu e não o ser idealizado que a história criou”, afirma o autor.

Entre as mulheres abordadas está Marielle Franco, vereadora carioca assassinada em março de 2018 por “ousar” não ser invisível. Marielle, mais presente do que nunca, não será apagada – como tantas outras mulheres ainda o são diariamente. Pois o objetivo maior de Mulheres do Brasil – A história não contada é dar voz a ela e a tantas outras figuras femininas do passado e do presente para que, juntos, homens e mulheres possam escrever um futuro mais justo e igualitário.

Sobre o autor
Paulo Rezzutti é escritor e pesquisador paulista. Membro titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, trabalhou como consultor técnico na exumação dos corpos dos primeiros imperadores do Brasil. Com livros publicados sobre o período do Primeiro Reinado – Titília e o Demonão: Cartas inéditas de d. Pedro à marquesa de Santos e Domitila: A verdadeira história da marquesa de Santos –, Rezzutti lançou pela LeYa, em 2015, D. Pedro – A história não contada: O homem revelado por cartas e documentos inéditos, vencedor do Prêmio Jabuti 2016 na categoria Biografia; e, em 2017, D. Leopoldina – A história não contada:A mulher que arquitetou a Independência do Brasil.
Socorro! Meu filho come mal: Receitas para pais e filhos
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0516-0
Formato: 20,5 x 27,5 cm
Número de páginas: 192
Ano de lançamento: 2018
Gênero: gastronomia e nutrição
Palavras-chave: gastronomia; nutrição; receitas; alimentação saudável; GNT; Gabriela Kapim; maternidade; paternidade; família; comida

Socorro! Meu filho come mal: Receitas para pais e filhos

Socorro! Meu filho come mal: Receitas para pais e filhos

Em Socorro! Meu filho come mal: Receitas para pais e filhos, a nutricionista Gabriela Kapim mostra a importância de toda a família se (re)unir em torno da alimentação – da escolha do cardápio à compra dos alimentos e o preparo das refeições. De tanto enfrentar o desespero de pais e mães de todos os estilos e perfis, Kapim, que apresenta desde 2014 no canal GNT o programa Socorro! Meu filho come mal, percebeu que o envolvimento das crianças nesse processo é fundamental para que elas comam bem – e uma alimentação saudável está diretamente ligada a uma vida feliz.

Seguindo a equação, formulada pela autora, que define as cinco cores que nunca podem faltar na hora das refeições, o livro apresenta combinações simples, saudáveis e deliciosas. Mas Gabriela Kapim também deixa claro que não basta colorir o prato: é preciso entender o que cada elemento faz ali e incluir as crianças no preparo – sempre, claro, com supervisão. Para isso, marca com um “selo de segurança” (a ilustração de duas mãozinhas) todas as etapas das receitas que são apropriadas à participação dos pequenos. Ela também dedica uma seção para ensinar aos pais como preparar a lancheira da criançada para a hora do recreio sem jamais apelar para salgadinhos, biscoitos recheados, doces, sucos de caixinha e refrigerantes.

Socorro, meu filho come mal: Receitas para pais e filhos deixa claro que quanto mais conhecemos o que comemos, mais fácil é fazer boas escolhas na hora das refeições – e esse é um aprendizado que precisa ser exercitado desde a infância. Para aproximar ainda mais as crianças, o livro vem acompanhado do Sacolé da Kapim, um livro de atividades com passatempos que giram em torno da alimentação saudável. Afinal, o objetivo do livro é fazer com que pais e filhos comam se divertindo e se divirtam comendo!

Sobre a autora
No ar pelo canal por assinatura GNT desde 2013, o programa Socorro, meu filho come mal transformou a nutricionista Gabriela Kapim numa grande referência em alimentação infantil. Esse tema fez parte de sua vida desde o primeiro emprego, quando Kapim assumiu o cardápio de uma cantina escolar e percebeu o quão difícil era fazer com que as crianças optassem por alimentos mais saudáveis. Foi a partir daí que ela começou a desenvolver o método que utiliza com sucesso nas várias temporadas do programa.

Pós-F.: Para além do masculino e do feminino
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0716-4
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 128
Ano de lançamento: 2018
Gênero: não ficção, ensaios
Palavras-chave: feminismo; Fernanda Young; ensaios

Pós-F.: Para além do masculino e do feminino

Pós-F.: Para além do masculino e do feminino

Em sua primeira obra de não ficção, Fernanda Young se insere no acalorado debate sobre o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens femininas às quais deu voz, sempre independentes e a quem a inadequação é um sentimento intrínseco. E esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar o feminino e o masculino em todas as suas potencialidades. É daí que surge o Pós-F., pós-feminismo e pós-Fernanda, um relato sincero sobre uma existência livre de estigmas calcada na sobrevivência definitiva do amor, no respeito inquestionável ao outro e na sustentação do próprio desejo.

“Não sou especialista em nada. Melhor, não sou especialista de coisa pronta. Procuro me aprimorar em mim, entendendo sobre mim – usando, é claro, tudo o que observo nos outros”, escreve. Assim, em Pós-F: Para além do masculino e do feminino, que é ilustrado com desenhos da autora, Fernanda Young vasculha internamente vivências e sentimentos para oferecer aos leitores sua visão de mundo.

Fernanda se dirige a qualquer ser humano que habite nosso planeta neste século XXI, seja homem ou mulher. Como alguém que reúne diferentes perfis e concilia papéis aparentemente opostos, ela fala abertamente sobre a própria vida com o intuito de se posicionar sobre liberdades e responsabilidades – sem jamais deixar de combater o machismo em nossa sociedade. Sua preocupação central, no entanto, é superar polarizações para construir algo maior, em que caibam todos os gêneros.

O objetivo de Fernanda Young não é ter a palavra final, mas contribuir com o debate – defendendo não a sua opinião, mas o direito de tê-la. Pois ela insiste que o ponto central de toda essa discussão deveria ser o respeito ao outro, algo que continua sendo desmerecido em nome de uma bipolaridade. É por isso que no mundo Pós-F. não há mais a necessidade de discursos e atitudes radicais: masculino e feminino se dissolveram num universo de encontros de desejos, sem interdições ou medos.

Sobre a autora
Fernanda Young é autora de mais de doze livros, sendo 10 romances, e, como roteirista, 15 séries para a televisão. Sucesso de crítica e público, Os normais, escrita com seu marido, Alexandre Machado, foi exibida durante dois anos na Rede Globo. Ela vive em São Paulo, com Alexandre e seus quatro filhos.

A bruxa não vai para a fogueira neste livro
Ficha técnica

ISBN: 978-85-441-0701-0
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 208
Ano de lançamento: 2018
Tradução: Izabel Aleixo
Gênero: poesia
Palavras-chave: poesia; poesia feminina; instapoem; instapoet; feminismo; empoderamento; desenvolvimento pessoal

A bruxa não vai para a fogueira neste livro

A bruxa não vai para a fogueira neste livro

Aqueles que consideram “bruxa” um xingamento não poderiam estar mais enganados: bruxas são mulheres capazes de incendiar o mundo ao seu redor. Resgatando essa imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível, Amanda Lovelace aprofunda a combinação de contundência e lirismo que arrebatou leitores e marcou sua obra de estreia,A princesa salva a si mesma neste livro, cujos poemas se dedicavam principalmente a temas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima. Agora, em A bruxa não vai para a fogueira neste livro, ela conclama a união das mulheres contra as mais variadas formas de violência e opressão.

Dividido em quatro partes (“O julgamento”, “A queima”, “A tempestade de fogo” e “As cinzas”), A bruxa não vai para a fogueiraneste livroé mais do que uma obra escrita por uma mulher, sobre mulheres e para mulheres: trata-se de uma mensagem de ser humano para ser humano – um tijolo na construção de um mundo mais justo e igualitário. “É meu movimento #MeToo pessoal”, afirma a autora. “Na época em que comecei a compilar os poemas, celebridades como Ke$ha e Taylor Swift estavam falando sobre assédios que sofreram ou mesmo processando seus agressores. Elas me inspiraram a escrever sobre como a cultura do estupro moldou a minha vida e as das mulheres ao meu redor.”

Ao lado de Rupi Kaur, de Outros jeitos de usar a bocaO que o sol faz com as flores, Amanda é hoje um dos grandes nomes da nova poesia que surgiu nas redes sociais e, com linguagem direta e temática contemporânea, ganhou as ruas. Seus poemas comovem, aproximam e incentivam a luta contra as chamas do preconceito e da opressão ao mostrar que cada mulher é capaz de amar profundamente a si mesma, do jeito que é. Muitos podem continuar a julgar e marginalizar – mas, desta vez, e a partir de agora, a bruxa não vai para a fogueira.

Amanda Lovelace na imprensa

Amanda Lovelace, autora de A princesa salva a si mesma neste livro, recém-lançado no Brasil, é exemplo do fenômeno de mulheres cujos poemas, escritos nas redes sociais, viralizam e, depois, conquistam o mercado editorial” (Hysteria)

“A americana Amanda Lovelace, de 20 anos, também deu início a sua carreira no Instagram e no Tumblr. Com o sucesso, veio a publicação de seu primeiro livro, A princesa salva a si mesma neste livro, em 2016. A obra chegou ao Brasil no ano passado, pela LeYa. Para 2018, a editora está preparando a publicação do segundo livro de Lovelace, A bruxa não vai para a fogueira neste livro.” (Revista Época)

“No contexto do domínio masculino do cânone literário, em que quase todos aqueles considerados “grandes poetas” são homens, elas têm aberto espaço e conquistado atenção para a voz das mulheres e para temas sensíveis” (Nexo)

“Um dos expoentes do novo estilo que combina a espontaneidade e a naturalidade do Tumblr de uma adolescente à elegância e à profundidade da poesia lírica.” (The Guardian)

Resenhas e influenciadores

A princesa salva a si mesma neste livroé um livro de poesia moderna escrito por Amanda Lovelace. Neste livro, ela traz assuntos como abuso, perda, autoaceitação, amor próprio, relacionamento amoroso etc. de uma forma envolvente. Os poemas são curtos, mas mesmo assim passam mensagens interessantes. Amanda dividiu o livro em quatro partes: 1. a princesa; 2. a donzela; 3. a rainha e 4. Você. As minhas favoritas foram as duas últimas (rainha e você), mas em todas encontrei páginas que me emocionaram e me fizeram sentir a necessidade de marcar com um post-it para reler outras vezes.” (Melina Souza, blog Serendipity)

“Fãs de A princesa salva a si mesma neste livrocom certeza se empolgarão com A bruxa não vai para a fogueira neste livro! A poeta abre suas asas neste segundo livro e parte de um retrato íntimo da infância de uma garota em direção a uma complexa fotografia do feminismo. Misturando misticismo e sabedoria, os poemas seguem uma progressão natural dos temas explorados em seu livro de estreia. Traçando conexões entre eventos cotidianos e vida real, A bruxa não vai para a fogueira neste livro expande as perspectivas de Lovelace ao transformar uma narrativa pessoal num pungente e inspirador retrato do feminino ao longo do tempo. (Danika Stone, escritora)

Opiniões dos leitores sobre A bruxa não vai para a fogueira neste livro

“Eu chorei, eu ri, eu me senti empoderada.” (Krystal, em resenha na Amazon.com)

“Este livro me fez sentir capaz de conquistar o mundo. Dá para perceber como Amanda amadureceu desde sua estreia.” (Anna, em resenha na Amazon.com)

Sobre a autora
Devoradora de palavras e leitora ávida e apaixonada de contos de fadas desde a infância, era natural que Amanda Lovelace começasse a escrever seus próprios livros. E foi o que ela fez. Quando não está lendo ou escrevendo, pode ser encontrada aguardando seu café com especiarias para voltar à maratona de temporadas de Gilmore Girls. Poeta vitalícia e atual contadora de histórias, mora em Nova Jersey com o noivo, seu gato temperamental e uma coleção de livros tão grande que em breve precisará de uma casa só para ela. Bacharel em literatura inglesa, cursou também sociologia. A princesa salva a si mesma neste livro é sua estreia na poesia e o primeiro livro da série “Women Are Some Kind of Magic”. Seu site oficial é www.amandalovelace.com, mas Amanda também pode ser encontrada como ladybookmad no Twitter, Instagram e Tumblr (ainda não descobriu como funciona o Snapchat).